Os livros nunca foram tão populares como atualmente e eu nem falo de leitura em si. Ao contrário, eu falo de escrever um livro, contar uma história, produzir um legado apenas seu. É maravilhoso que você queira colocar algo de bom e de seu, dar a sua contribuição ao mundo. Sobretudo nos tempos de hoje, quando estamos precisando de bons legados. De fato, a motivação do autor, qualquer que ela seja, não é o grande X da questão. A pergunta que fica para ao autor, sobretudo se ele for de primeira viagem é a seguinte: como publicar um livro?

Por que publicar um livro?

Se você nunca pensou em publicar algo, ou está pensando cada vez mais, saiba que existem plataformas de apoio. Uma delas é a deste blog e do Jornal dos Autores. Mas apenas de apoio não se conta uma boa história. É preciso antes de tudo conhecer alguns macetes para criar uma obra que valha a pena ser lida. Mais do que isso, um legado que se estenda numa duração perpétua. Algo perene que resista às intempéries do tempo e dos comportamentos e mudanças humanas. Veja o exemplo dos grandes clássicos que jamais cessarão de sê-lo: Senhor dos Anéis, os Contos de Grimm, O Pequeno Príncipe, o Alquimista, as Fábulas de La Fontaine, Casa dos Espíritos, Metamorfose, A Cantora Careca, Dom Casmurro, Drácula e tantos outros.

Acontece que existe uma pergunta fundamental que o autor deve se colocar antes mesmo de começar a escrever algo. Trata-se do que eu chamo o seu “porquê pessoal e intransferível”, da razão pela qual você deseja escrever. Dou um exemplo: quando eu comecei a escrever o Cidade das Mandalas, eu estava convencida de que a minha loucura não era um fenômeno único. Eu o via em muitas mulheres e sabia que muitas delas estavam na mesma situação. A idéia para o livro veio, por conseguinte, não apenas do meu desejo de escrever. Posso dizer que o o combustível principal para escrevê-lo, que me manteve fiel ao processo durante anos, foi a minha vontade de ajudar essas mulheres que sentiam o que eu estava sentindo.

O seu “porquê pessoal e intransferível” é nesse sentido, um aliado que o ajudará a compôr uma história de profundidade. Além do mais, ele também será um dos seus melhores amigos quando bater aquela vontade de largar tudo.

Como publicar um livro quando não conhecemos nada a respeito de publicação?

Existem algumas etapas quando o assunto é publicação.

Tirando a ideia do papel

A primeira delas é a recepção. Trata-se do momento desde a recepção da ideia até a sua organização e transformação em história susceptível de ser contada. Para fazer isso, eu propus o Desafio de 28 dias para colocar a sua ideia no papel que você pode seguir através do canal do Jornal dos Autores no Youtube. Durante este desafio, cobrimos todas as etapas para tratar uma ideia que apareceu na sua cabeça. Ao final dos 28 dias, você terá algo para trabalhar e escrever.

Redação

Se você deseja saber melhor sobre o processo de escrita em si, use a barra de pesquisa abaixo. Este blog é muito completo e com certeza você encontrará o que precisa. Caso não encontre, peço que me deixe nos comentários o tipo de conteúdo que você deseja ler. Eu o farei. Você também pode baixar o e-book gratuito “Como escrever um livro em 3 meses” clicando no botão “Validar”.

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Publicação

A publicação é, creio, a parte mais complicada do processo, sobretudo para escritores novatos. Acontece que esse mercado, e sobretudo no Brasil, não é claro: as pessoas não sabem onde e como fazer, mas não tem que ser assim.

Pensando nisso, eu escrevi um artigo sobre Quais são as plataformas de publicação para um autor independente.

Caso você deseje ir mais além no seu percurso de escritor, clique aqui para receber o e-book gratuito sobre Como escrever o seu livro em 3 meses.

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